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Lixo: Tudo se transforma
RC Alegrete atuará
diretamente neste segmento

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  Todos os anos, a humanidade despeja 2 bilhões de toneladas de lixo sobre o planeta. “O volume é enorme. Uma parte é reciclada, mas, muito desse lixo é simplesmente descartado, causando problemas de saúde ara as pessoas, animais e poluindo  nosso meio ambiente”, alertou a chefe do programa das Nações  unidas para Assentamentos Humanos, Maimuhad Sharif, durante o Dia Mundial do Habitat.
A reciclagem é uma saída genial para esse  problema porque desata diversos nós  ao mesmo tempo, retirando material poluente da natureza, reduzindo a demanda  de matéria-prima para a confecção de novos produtos e, como se não fosse o bastante, gerando emprego e renda para milhões de pessoas.
Quarto  colocado no ranking mundial de produção de lixo, o Brasil recicla  apenas 3% dos seus resíduos, sendo 30% deles poderiam se reaproveitados. À frente  dessa heroica tarefa, estão as cooperativas  de reciclagem, responsáveis pela coleta  de 90% de todo o descarte reciclável do país e pela geração de 332  mil empregos diretos. (este número teve crescimento de 12% com a pandemia do Covid -19.
Graças aos seus trabalhadores, nosso lixo é recolhido, separado em suas diversas categorias (plástico, vidro, papel, metais), prensado e vendido às empresas que efetivamente o recicla.
Atentos à importância  social, econômica e ambiental dessas cooperativas, muitos Rotary Clubs têm procurado apoiá-los, inclusive com projetos de Subsídios Globais da Fundação Rotária.  O exemplos e “cases” de  sucesso  ampliam-se em todo o país. Em Alegrete, o Rotary Club Alegrete Norte Centro, está formando  Comissão de trabalho junto aos seus  companheiros que, visa efetivar um trabalho de apoio, incentivo e  valorização deste trabalho dos catadores  que integram as mais diversas frentes de trabalho, seja  cooperativas ou empresas que, atuam fortemente neste segmento empresarial.
As experiências já iniciaram com as boas práticas, incentivos e de valorização as pessoas, argumento a presidente Fátima Marchezan – que tem trabalhos e publicações nesta atividade  como Bióloga por formação acadêmica e doutorado na área de pesquisas.

É da nossa natureza
A proteção do meio ambiente sempre foi
importante para os rotarianos. Agora isso é oficial.

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    Em 26 de junho de 2020, o então presidente do Rotary  International, Mark Maloney, fez um anuncio memorável: o meio ambiente  se tornaria uma nova área de enfoque da nossa  organização. Essa foi uma grande realização de um mandato cujos últimos 14 estão sendo marcados  pela pandemia de Covid-19 e pela primeira Convenção  Virtual do Rotary. “Ao  final, a proposta aprovada  por unanimidade pelos curadores da  Fundação Rotária e pelo Conselho  Diretor do Rotay Internacional, e tive a grande satisfação de participar desta decisão histórica do conforto da minha sala de estar”, disse  Maloney em entrevista recente pelo Zoom. O momento relatado foi o ápice de décadas de interesse e dedicação dos rotarianos ao assunto.  Em 1990-91, o então presidente  do Rotary, o brasileiro  Paulo Virato Corrêa da Costa, fez  do meio ambiente  o ponto central de seu mandato, criando, inclusive, a Comissão Preserve o Planeta Terra para estudar  formas de os clubes e seus associados atuarem em iniciativas na área ambiental. Pesquisas têm revelado que o meio ambiente é uma das causas mais importantes para os integrantes da Família do Rotary. 
Ao longo do tempo, os rotarianos realizaram milhares de projetos para proteger o meio ambiente. Em apenas cinco anos, Subsídios Globais totalizando 18 milhões de dólares financiaram projetos nas áreas de enfoque do Rotary em água, saneamento e higiene, desenvolvimento econômico comunitário e apoio à educação – todos os quais, ao mesmo tempo, ajudaram a proteger o  meio ambiente. Agora que este  é oficialmente  também uma  área de enfoque, os associados  têm a ainda mais  oportunidades de se concentrar  em questões importantes para eles.
“A criatividade, entusiasmo e determinação ilimitados dos rotarianos de todos os lugares, aliados à vontade férrea  de sanar problemas, os torna especialmente capazes de causar impacto positivo alto ao meio ambiente “, ressaltou o presidente 2017-18 do Rotary International, Ian Risely, que presidiu uma força-tarefa de questões ambientais que defendeu a criação da nova área de enfoque.
Os associados de dezenas de Clubes já trabalham com muito sucesso em projetos ambientais, além de buscarem amenizar impactos.
A  atuação terá vários eixos de ações, como as áreas de Reciclagem, Energia Solar, Água – importa muito; Conservação dos Recursos Hídricos, Saneamento  Básico, Agricultura Sustentável, Fogões  Ecológicos, Energia Limpa, dentre as pautas  relacionadas  a estas grandes  questões que, estão sendo destruídas pela ganancia humana.

Fonte: Rotary Brasil – edição 1186|Abril|2021|Ano96
 

RC Alegrete atuará neste segmento 

A diretoria do RC Alegrete Norte Centro  em reunião semanal, decidiu em  criar Comissão de Trabalho para dar maior enfoque do que já vem sendo executado, antes visando, apoio e assistência as famílias  mais vulneráveis que, estão atuando diretamente na coleta de resíduos nas ruas, avenidas e bairros da Cidade. 
Projeto está sendo elaborado  visando a participação e  apoio de empresas no trabalho educativo de sensibilização e conscientização em todo processo desta cadeia produtiva e ambiental, tornando uma nova realidade.
 

Projeto visa salvar rio Ibrirapuitã

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   O rio Ibirapuitã é o maior lençol de água doce que banha a cidade em formato de um coração. O rio cantado em prosas e versos, há anos vem cada vez mais agredido por pessoas que, inconscientemente  ou desavisadas  continuam poluindo a maior riqueza humana que é a água potável. 
Depois da iniciativa e realização  das  edições das   Regatas Ecológicas “Rio Ibirapuitã” – Salve o Rio, Salve Vidas, realizada em 1999,2001 e 2001, com grande destaca estadual, nacional e internacional, outras iniciativas foram realizadas  sem grande ênfases  das três primeiras que, reuniu dezenas de pessoas  com objetivo único – salva o rio e ter consciência de sua importância para todos. 
Nestes eventos escolas, universidades, clubes de serviços, unidades militares, lideranças de bairros, a comunidade todos foram envolvidos com uma série continua de eventos como: palestras, seminários, informativos e, encerrando com um grande Fórum com a publicação da “ Carta do Alegrete e o Meio Ambiente” – o que  levou uma retomada crítica e a exigência de grandes  investimentos em saneamento sanitário e  32% da água potável da cidade que, atendia apenas 15% de sua população ativa naquela época  em termos de saneamento sanitário. 
 Foi a partir destas mobilizações e decisões que, a Corsan passou investir milhões de reais nesta  área de saneamento que, hoje, atende média de 60 à 65% da  população  ativa, lembra então o então secretario Executivo dos três  primeiros  eventos, Nilson Gomes – que, hoje, integra o Rotary.
Trabalhar neste segmento é ter visão de futuro e qualidade de vida, acrescenta hoje, Ele. Desde então muitas foram às  iniciativas e investimentos, não somente em saneamento sanitário pela Corsan, mas, iniciativas como  cooperativas de catadores, aquisição de coletores  junto as praças e logradouros públicos,  colocação e container’s , caminhão de coleta Reciclados  percorrendo vários pontos  da cidade, entre as ações positivas.

Projetos que atenda
as grandes demandas

   Hoje, não temos nenhuma iniciativa ou projeto que contemple alternativas concretas visando políticas públicas para um novo ordenamento de preservação do rio Ibirapuitã.  Embora muitas as  discussões,  projetos não existem e, tão pouco planejamento global para o rio Ibirapuitã que, vê sucumbir com amontoadas de casas  ribeirinhas e avanços de invasões em suas matas ciliar. Embora os sonhos de muitos, onde em 1987, houve planejamento para tornar espaços verdes, trilhas e aproveitamento da orla totalmente em espaços públicos  naturais, este não foi  realizado. Também não existe nenhum planejamento de melhor  aproveitamento planejado de áreas de preservação ambiental  como Ilha dos Milano, APA do Ibirapuitã e áreas definidas como recursos naturais de preservação.
O que se viu foi desabamento da Ponte de Pedra, junto a Fazenda Cerro do Tigre que, embora sendo em área privada nunca recebeu nenhum incentivo de políticas públicas  para sua preservação à  exemplo de outros locais  que, poderiam ser melhores explorados, acrescenta o ex-presidente da FUNRIO.
Alegrete há vários governos municipais não tem políticas efetivamente públicas de defesa do meio ambiente e de preservação. O que existe são projetos pontuais e atendimentos de demandas que, passaram ser exigidas pelas comunidades, como os  atuais  container’s  existentes adquiridos pelo Conselho Municipal de  Meio Ambiente, através de recursos repassados pela  CORSAN em sua maioria. 
É fundamental em pensar um planejamento estratégico para todas às  questões referentes ao meio ambiente, preservação e conservação de toda a  cadeia que envolve a sustentabilidade  ambiental, acrescenta  um Conselheiro  do  Conselho Municipal de  Meio Ambiente. Falta políticas públicas e maior investimentos para esta área que, é preocupação em muitas promessas e discursos, porém, na prática não existem, disse o dirigente.

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