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Comerciante: a força que move a economia. Uma história de  grandes  valores, fortalecidos pela União

   As comemorações alusivas ao Dia do Comerciante – 16 de  julho, sempre  foram revestidos de grandes  eventos  para marcar a  data à estes célebres  percursores do  desenvolvimento  social, cultural e  econômico de suas  comunidades. Em Alegrete, desde 1918, pelo  pioneirismo e visão de Ricardo Fernandes Carús, foi marcada a data com muito vigorismo à todos os homens e  mulheres que, labutam em suas atividades  comerciais, desde o mais humilde “bolicheiros” (proprietários de  pequenos negócios) aos  maiores  redes de atacado e  varejo, todos são comerciantes. Estes sentindo a necessidade  de organização da classe, formaram sua entidade  com objetivo de  representá-los junto aos  órgãos públicos, na luta de  defesa de seus interesses  comuns e na defesa  da livre iniciativa de seus  bens e negócios. Fundaram a  Associação Comercial e Industrial de  Alegrete  em 1918,  em sob a liderança do  português  Ricardo Fernandes Carús, sucedido  pelos empresários Dorval  Maciel, Péricles Silveira, Francisco de Barros Coelho, Ricardo Fernandes  Carús ( dois mandatos), Pedro Bisch, Matheus Ricciardi, Jarbas   marques Figueira (dois mandatos), Domingos Santos Rocha (2 mandatos), Archiano Scheidler, Sumerval  Neves.

Associação Comercial e Varejistas

   Em 24 de dezembro de 1933, tornou-se  em Associação Comercial de Varejistas. Foram presidentes da Entidade:  Mário Duarte  Ferreira, Abdo Butros Nasser Houayek, Hillo Bonato ( quatro mandatos), Vivaldino  Barros Duarte, Cirilo Wernz ( dois mandatos), Braz Maria Brancato, Raphael Diaz Bish (dois mandatos),  José  Lúcio Faraco, Demétrio Rodrigues de  Freitas, Osório Lopes Pereira, Constantino Dias de La Rocha, Luiz F. Madeira (dois mandatos),  Edmundo
Rodrigues e  Jacomino Grillo.

Associação Comercial de Alegrete

   Sob a  forte liderança dos novos empresários da época e a liderança  segura, de  Bilow Kurtz, Adão Ortiz  Houayek (por quatro mandatos) e Frederico 
Caccia, a entidade  denominou-se de  Associação Comercial de  Alegrete, a partir de 27 de agosto de 1953 à 1962. 

Associação  Comercial

e Industrial de Alegrete

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   Em 16 de julho de 1963 era  fundada  a nova  entidade, tornando-se em  Associação Comercial e Industrial de Alegrete, snedo que o empresário  David Stein, assumiu a  presidência de 1964/1966. Foi sucedido por José  Soares Oliveira,  Fernando Machado da  Silveira,  Manoel  Figueiredo ( 2  mandatos), Elmiro  Ivo Hoffaman,  retornando Manoel Figueiredo por mais dois mandatos  consecutivos. Após, Carlos  Leão Alves de Souza, Breno Pinheiro Prates, Milton Araújo, Peri Neves, Adão Ortiz  Houayek, Nilto  Delgado (1988).
Nilto  Delgado  foi  sucedido na presidência pelo empresário Irineu Benedetti.  Neste  período   aconteceu uma “crise institucional”  com renuncia do empresário Irineu Benedetti- vindo ser  chamado  uma junta  Administrativa – integrada  pelos presidente de  entidades   liderados pela e empresária   Regina Iara Jacques,  Márcia do Amara, quando os  associados elegeram   o empresário Milton Araújo.    Neste processo de  transição que  durou de 1991/ 1993, foi marcado pelas grandes  transformações da  Associação  Comercial,  Industrial, Bens e  Serviços de  Alegrete  que, congregava a  Associação dos Jovens Empresários de  Alegrete, Sindicato do Comércio Varejista de Alegrete e Associação dos  Pequenos e  Micros  Empresários de  Alegrete, Associação dos Proprietários de  Farmácia de  Alegrete  e  Clube  de Diretores  Lojistas de Alegrete.

Uma nova realidade é construída:
É  fundado o Centro
Empresarial de Alegrete

   O documento balizador da unificação de todas as entidades  afirma  que “ Entrando no ritmo do processo de  mudanças  que o mundo  dos negócios está vivendo hoje, o Centro Empresarial de  Alegrete –CEA – com uma história  pioneira e inovadora na visão  associativa, acompanhando a evolução dos tempos com o otimismo com o dinamismo que o mercado exige, está com um novo formato.
A partir d o desenvolvimento de um Projeto de Restruturação  do CEA, idealizado  por um grupo de  dirigentes e a provado em eleição, com o  objetivo de tornar a entidade sólida, de integrar associados buscando atender  suas  demandas  com uma nova postura empresarial, com quadros funcionais mais preparados e com um melhor  aproveitamento dos quadros  diretivos, surge uma instituição  fortalecida pela unificação  com a incorporação  dos seguintes segmentos: Associação Comercial, Industrial, Agropastoril e de Serviços, Clube de Diretores  Lojistas de Alegrete, Associação das Pequenas e Médias  Empresas e  Associação dos Jovens Empresários de  Alegrete.
Desta  forma, o CEA passa a ter um único Presidente, um Conselho  Superior, formado por ex-Presidentes e  cinco Vice-Presidências  definidas  por áreas  de atuação. Todos os associados dos segmentos  anteriores passam a  ser associados do CEA, com seus respectivos direitos e  deveres, mantendo  suas  relações com as suas Federações.
Esta mudança é resultado da  definição de diversas  ações, visando o atendimento das prioridades, com base  na análise  da situação atual da entidade. Como ação mestra, temos a implantação de um sistema  de gestão  empresarial, sob o aspecto  econômico e  financeiro, que perpetue uma entidade auto-sustentável, orientando o seu esforço para a melhoria do desempenho de todo o  empresariado  alegretense.

Uma nova visão de futuro

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   O Presidente representa o CEA ativa e passivamente, defendendo os interesses  da entidade e  o Conselho Superior acompanha o desenvolvimento de todos os planos de ação atuando como órgão de  aconselhamento político da  Diretoria.
As  Vice-Presidências  são  divididas  em: Indústria, Comércio, Serviços, Desenvolvimento Empresarial, Administração Finanças e Patrimônio. Cada uma delas  terá uma diretoria responsável por alguma subdivisão, conforme a necessidade e natureza do setor a ser segmentado.
Apenas o Sindicato do Comércio  Varejista de Alegrete permanece  com o mesmo modelo anterior, pelas  atribuições legais  e o seu importante pelo nas relações sindicais, tendo  seu presidente, também a  função de Vice-Presidente  do Comércio.
A organização desta  estrutura  com este  formato, permite uma visão mais global da entidade intensificando o atendimento às questões especificas de cada setor, por  componentes  e dirigentes  que possuem afinidade com a área  definida, proporcionando  um foco mais direcionado  para os objetivos propostos.
Sendo assim, o Centro Empresarial de  Alegrete entra no ano 200, modernizado, de cara nova e  com uma visão   que o momento exige. Sobretudo, com o pensamento no seu associado, na comunidade empresarial,  com a consciência da  sua importância social, quando busca  representar e impulsionar  os diversos setores da economia do município e região”.
O documento  assinado  pelo empresário Milton Araújo, condutor de  todo o processo de reestruturação da  estrutura  funcional e de modelo associativo  dos  empresariado, finaliza  o documento  afirmando “ É  com imenso prazer que abrimos as portas  do CEA  para apresentar  este  novo formato de atuação, juntamente  com os  dirigentes  responsáveis  em cada área. 
Dos   companheiros da estradas seja de entidades de representação, ou de associados, esperamos uma visita e a a parceria que possamos enfrentar os desafios nesta nova jornada”.

Os sucessivos dirigentes do CEA

   Milton Araújo  foi eleito por  unanimidade para dois  mandatos consecutivos para presidir a  entidade, permanecendo por  seis anos de mandato.
Após, foi eleito  para presidir a  entidade, o empresário Arnaldo da  Costa Paz  Filho, implantando uma nova  estrutura  funcional   com a realização e  aprimoramento de ações e  atuação do  CEA  junto a  comunidade. Exemplo  disso  foi o sucesso das  edições da  Fenegócios, ampliando a participação regional, marca Feitio do Alegrete aos produtos e  eventos. Para sua  sucessão foi eleita a empresária  Simone  Santos Rocha  (2008/2009), a primeira   empresária  a  presidir a Entidade, atuando de forma direta na defesa dos  interesses  econômicos e   sociais. Na sequência, o empresário Deonir Martini  assumiu a   Entidade de representação   empresarial, sendo este  reeleito para terceiro   mandado como dirigente maior da  Entidade.
Roberto Franco Pradel (2014/2015) foi eleito  presidente  quando enfrentou a maior crise  financeira   vivida  no Município, além das  constantes  enchentes, o que impediu avanços do processo empresarial, inclusive  da realização da  Fenegócios. Procurou conduzir  o CEA  com ações  mais pontuais de  apoio  a  iniciativa privada e de novos  investimentos no Município.  Seu  sucessor é o empresário  Deonir  Martini (2010/2011- 2012/2013- 2016/2017) - eleito em um processo conturbado  de sucessão,  diante do processo de  recuperação de imagem diante de processos movidos – algumas  lideranças que buscavam a presidência sem as  devidas comprovações legais do associativismo.
Em 2017, foi eleito e  assumindo a diretoria o empresário  Francisco César do Prado Pedroso para mandando 2018/2020, sendo reeleito para segunda  gestão 2020/2021, conforme estabelece os Estatutos da  Entidade.
Desde o inicio de 2020, mês de março, a  diretoria do Centro Empresarial  de Alegrete à exemplo de todas as outras entidades teve que se reinventar em seu planejamento, ações e iniciativas. Com a Pandemia do Covid – 19, depois de 100 anos, atingiu diretamente todos no mundo inteiro. Todos precisaram se reinventarem sem perder a essência da representatividade, afirma  atual presidente Francisco Prado Pedroso.
Com decretos, bandeiras, as pesadas multas, fiscalização  de pare das autoridades  sanitárias  locais e estaduais, muitos foram e  são os prejuízos a classe do comércio, bens e serviços – onde mais de 20% não suportaram tais cargas e fecharam seus  negócios. 
Sempre buscamos construir os caminhos menos penosos junto as autoridades municipais, sanitárias e do Estado, porém,  esta  Pandemia do Covid-19, atingiu  todos os segmentos, principalmente, na área de saúde – acrescenta Francisco.
Porém, o Comerciante, como baluarte das  grandes iniciativas, trabalho e ousadia está se reerguendo com muita fé e entusiasmo que move à todos. 
Hoje, não temos que comemorar em termos de lucros ou grandes  iniciativas, somente agradecer a Deus por estarmos vivos e podendo nos recuperar de tantos prejuízos- afirma o dirigente.
Mas, como empreendedores e movidos pelo compromisso que todos temos na geração de empregos, renda e desenvolvimento, continuamos lutando com muita fé em Deus porque vamos vencer de forma unida e  integrada  com os todos os segmentos produtivos e setores públicos, garante
Francisco Pedroso.

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