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Ed. 1062 - IVO

 

   Existe um jargão usado entre os militares para designar um inimigo interno de uma organização: inimigo verde oliva, ou simplesmente IVO. Esse Ivo é um lobo na pele de cordeiro, um dissimulado, sabotador, espião... um traíra! Se não for identificado e anulado, pode causar estragos.
Em se tratando de uma nação, engana-se quem pensa que as ameaças à segurança e soberania sejam apenas externas. Os inimigos internos são muitos e tão perigosos quanto os inimigos externos, trazendo instabilidade as democracias mundo a fora.
Podemos reconhecer como grandes ameaças, o crime organizado e grupos militantes que (re)surgiram recentemente, como os Black Blocs, que iniciaram suas ações violentas em SP, em 2013, por causa do aumento de 20 centavos no transporte público.
Paradoxalmente o que mais faziam era queimar ônibus, deixando o usuário cada vez mais a pé. Chegaram inclusive a matar um jornalista em suas manifestações violentas.
Em 2019 resurgiram nos EUA os Antifas (Antifascistas), que se autoproclamavam antagônicos ao presidente Trump, que era rotulado por eles de fascista. Seus atos de vandalismo causaram uma onda de destruição de bilhões de dólares.
E em 2020, também nos EUA, surgiu o BLM (Black Lives Matter), após a morte de um negro por um policial branco, durante uma abordagem policial. Mais uma vez as manifestações violentas geraram destruição e medo. E não demorou para a bandeira do BLM ser hasteada no Brasil, mais especificamente no RS, após a morte de um homem num supermercado em Porto Alegre.
Mas como surgiram esses grupos, de onde vieram, quem os sustenta e comanda? Não precisa ir longe pra descobrir, pois alguns são antigos e usam a mesma bandeira, como é o caso dos Antifas, que surgiram na década de 1920 na Alemanha Ocidental.
Esse grupo extremista anarco-comunista tem origem na ‘frente unida’ na União Soviética, em 1921. Sua intenção, à época, era implantar uma ditadura comunista, tendo rotulado todos os partidos rivais como ‘fascistas’.
Os Black Blocs também surgiram na Alemanha, na década de 1980, e são grupos de jovens encapuzados, vestidos de preto, sem razão social, estatuto, ou qualquer rastro de legalidade que permita identificar e responsabilizá-los pelas ações de guerrilha urbana, baseada na destruição de bancos, lojas, carros, órgãos oficiais e ocupação de espaços públicos.
Aos Antifas, BLM e Black Blocs, eventualmente somam-se certos grupos, artistas e pseudo-intelectuais apátridas dispostos a destruir a sociedade brasileira tal como ela é, defendendo pautas como aborto, ideologia de gênero, liberação das drogas, desarmamento do cidadão de bem, invasão de terras e desencarceramento de bandidos.
Se da boca pra fora se dizem defensores da liberdade e pluralismo de ideias, na vida real são opositores raivosos da direita conservadora e tudo que ela defende: família, religião, pátria, liberdades individuais, heteronormatividade, propriedade privada e liberalismo econômico.
Seja por questões meramente ideológicas ou pelo desejo de poder e dinheiro, todos esses antipatriotas não passam de fantoches do crime organizado e forças ocultas que defendem nefastas ideologias materialistas, coletivistas e totalitárias.
São uma minoria barulhenta, intolerante e agressiva que não pode vencer uma maioria de cidadãos de bem, que querem um Brasil melhor para as gerações futuras.

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