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Ed. 1051 - BBB 21

 

   O programa Big Brother Brasil deste ano se superou. Esse reality show da Rede Globo, que se repete há quase 20 anos, está possibilitando aos brasileiros assitir a uma espécie de laboratório da esquerda progressista.
Mesmo para quem não assistiu nenhum episódio do programa, é muito provável que já tenha ouvido algo sobre o que lá tem acontecido, pois não se trata apenas de futricas entre pessoas comuns ou do rala e rola de jovens beldades.
Diferente dos anos anteriores, a direção do programa inseriu nesta edição do BBB alguns famosos, desde influenciadores digitais a atores de tv, que tem em comum o alinhamento às pautas identitárias.
Se a emissora tinha a intenção de disseminar e enaltecer esse ideário progressista junto ao público espectador, parece que o tiro saiu pela culatra, pois o comportamento dessas celebridades tem gerado polêmicas e críticas por conta de sua militância e encenação dentro da casa.
    A começar pelo ator Fiuk, que protagonizou um espetáculo digno de teatro infantil quando chorou (sem derramar lágrimas) com pena dos animais, declarando não ter coragem de matar uma formiga sequer, vendendo a imagem do novo estereótipo de homem: ultrasensível e delicado.
    O ator também se penalizou ostensivamente por ser homem e branco, alegando uma dívida histórica com negros e mulheres, dando a entender que qualquer pessoa branca é privilegiada e culpada pelos problemas do mundo.
Enquanto isso, os participantes afrodescendentes tem levantado a voz para a questão racial, que por vezes foi fonte de segregação e conflitos dentro da casa. Mas parece que essa postura não tem sido bem recebida pelos espectadores, pois Nego Di e Carol Conka acabaram sendo eliminados da casa com rejeição recorde.
    A defesa da bisexualidade tem sido escancarada, como sendo algo virtuoso, frente a heterosexualidade ultrapassada, retrógrada, machista, opressora, blá-blá... Essa é a sinalização de virtude esquerdista, da qual você não pode discordar, sob pena de ser banido e cancelado.
O programa acabou servindo como um espelho para a turma do politicamente correto se enxergar e expor certas verdades inconvenientes desse ativismo que coloca homosexuais contra heteros e negros contra brancos, mandando a convivência pacífica pro espaço.
Por outro lado, o grande público pode ver que essas questões identitárias são boas em disseminar rancor, conflito, falsidade e vitimismo. 

Jamais construirão uma sociedade harmônica e ordeira.
    Esse BBB 21 vai ficar marcado como uma explícita peça da guerra cultural fomentada pela esquerda, baseada na teoria de Antônio Gramsci, onde a tomada de poder não se dá pelas armas, mas pela cultura, subvertendo mentes e corações.
Temos a oportunidade de ver claramente como o entretenimento pode ser usado pela mídia para introjetar conceitos de forma quase imperceptível e assim alterar a cultura e a moralidade da sociedade.
Enfim, o politicamente correto e a segregação social em tribos só servem para enfraquecer a coesão do povo e esgaçar o tecido social, abrindo caminho para radicais adeptos do paredão, não esse do Big Brother, mas o paredão de Fidel Castro e Che Guevara, onde eliminavam os opositores à bala.

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