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Ed. 1049 - Cancelamento:

O próximo pode ser você

 

   Desde o ano passado um novo fenômeno vem  tomando conta das redes sociais: o cancelamento. Na teoria seria uma nova ferramenta usada para combater pessoas que disseminam notícias falsas ou discurso de ódio. Mas a realidade é outra.
 Então questiona-se: quem são os tais canceladores? Que autoridade tem para isso? Qual a verdadeira intenção? Quem os controla?
   Os canceladores são as Big Techs ou empresas autointituladas ‘checadoras de notícias’, sem autoridade legal, sem voto popular, sem rosto, que checam as notícias sob seu prisma e carimbam o que é fake news ou discurso de ódio.
Uma das mais conhecidas são os Sleeping Giants, que atuam da seguinte forma: quando identificam na mídia uma pessoa alvo, eles pressionam os patrocinadores ou empresas de propaganda a abandoná-la, minando-a financeiramente.
   No Brasil, um dos seus alvos mais recorrentes tem sido o canal Terça Livre, que alegou (em matéria de 02/02/21) estar sendo perseguido pelos Sleeping Giants. E apesar do Terça Livre ser o maior jornal conservador da América Latina, com 6 anos de existência e mais de 1 milhão de inscritos, o canal foi cancelado pelo Youtube em 03/02/21. Censura?
Podemos citar outras duas recentes vítimas dos canceladores bastante conhecidas: Rodrigo Constantino e Ernesto Lacombe, ambos dispensados de programas de rádio/tv por suas ideias conservadoras, fora do espectro politicamente correto que domina as redações. Apesar da perseguição, eles viram sua popularidade aumentar na internet por conta da demanda de seus conteúdos pelo público conservador.
   No fim do ano passado o próprio presidente do Estados Unidos Donald Trump teve sua conta do Twiter cancelada. Ora bolas, se o presidente da mais poderosa e democrática nação do planeta foi cancelado, qualquer um pode ser.
Essa é a grande mensagem: se você falar algo que contrarie os globalistas e a esquerda, será cancelado! É uma verdadeira guerra pelo domínio da narrativa, visando calar a direita e manter um discurso único.
Não seria mais coerente cancelar nas redes sociais os perfis de traficantes, satanistas, pedófilos e criminosos de toda espécie?  Mas o que se observa é uma campanha focada em calar pessoas e grupos conservadores, impondo um discurso único, silenciando quem contraria a ideologia de gênero, legalização de drogas, aborto, desarmamento, doutrinação nas escolas, destruição da família e religião.
Diante desse quadro, fica o questionamento: onde está a pluralidade de ideias e a liberdade de expressão?
A verdade é que para os tais checadores de notícia tudo é permitido, desde que esteja de acordo com sua ideologia. Do contrário, é taxado de fascista, racista, negacionista...
   E ninguém controla esses canceladores, que calam pessoas à revelia da lei. A esperança de barrar essa onda vem do Congresso Nacional, fazendo valer a liberdade de expressão assegurada pela Constituição Federal.
Se não fosse a internet e os canais de comunicação independentes, continuaríamos tendo nossas opiniões pautadas pela grande mídia, com seus interesses escusos. Precisamos defender a liberdade de expressão e a livre manifestação de pensamento, para o bem da democracia no Brasil.
 

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